domingo, 23 de maio de 2010

MULHER


O que é ser MULHER?

Será que é ser REPRODUTORA?

Produrora de PRAZER?

Sinonimo de CASA, COMIDA e ROUPA LAVADA?

Aquela que deve sempre ouvir CALADA?

Para você que PENSA assim sinto muito em dizer mais estais COMPLETAMENTE errado...

MULHER é pra ser AMADA

MULHER é pra ser DESEJADA e RESPEITADA

MULHER é pra ter seu ESPAÇO no MERCADO de TRABALHO

MULHER não é BRINQUEDO

MULHER tem que ser MULHER aqui ou em qualquer outro LUGAR!

Minhas Escolhas




Antes de tudo...escolhi ser FELIZ!


Levei "pancadas", cai, escorreguei...mas levantei pra viver tudo de novo se preciso fosse.


Amor...as quatro letras mais lindas da minha VIDA... das nossas VIDAS.


Amores tive muitos...chorei, sorri, cantei gritei mas vivi grandes emoções...


Nessa VIDA nada vale se tudo for muito FÁCIL...é preciso cair, levantar e recomeçar...


RECOMEÇAR é o que faço todos os dias ao AMANHECER!


Vivo um NOVO momento...Muitas DESCOBERTAS e SONHOS a REALIZAR.


Sou Mulher, Sou Amiga e sou Amante...E ainda desejo ser MUITO MAIS!


Meus SALTOS ainda são muito BAIXOS...quero IR além...NÃO me contento com POUCO.


Quero a OUSADIA que me FALTA para GRITAR minha LIBERDADE...


Ética Jornalística


O Código de Ética dos Jornalistas brasileiros está em vigor desde 1987, depois de aprovado no Congresso Nacional dos Jornalistas. Segundo a Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ) o documento "fixa as normas a que deverá subordinar-se a atuação do profissional, nas suas relações com a comunidade, com as fontes de informação, e entre jornalistas". As punições previstas incluem desde advertência até expulsão do sindicato respectivo.
O que normalmente os jornais fazem atualmente é ter um responsável jurídico para adequar textos que possam difamar, caluniar e injuriar pessoas. Não só pela questão social democrática do direito do indíviduo, mas porque os processos judiciais saem muito caros e danosos financeiramente para os veículos de comunicação e muito caros para a imagem. As matérias mais polêmicas portanto são verificadas e colocadas em termos jurídicos não prejudiciais à sociedade e ao veículo de comunicação.
A Ética Jornalística é o conjunto de normas e procedimentos éticos que regem a atividade do jornalismo.Tal conduta é construída por uma sociedade tendo como base seus valores históricos e culturais.Do ponto de vista filosófico ética é uma ciência que estuda os valores e princípios morais de uma sociedade e seus grupos. Portanto, não deve ser confundida com a deontologia jornalística que se refere a uma série de obrigações e deveres que regem a profissão. Embora geralmente não institucionalizadas pelo Estado, estas normas são consolidadas em códigos de ética que variam de acordo com cada país.
Atualmente, o jornalismo oscila entre a imagem romântica de árbitro social e porta-voz da "opinião pública" e a de empresa comercial sem escrúpulos que recorre a qualquer meio para chamar a atenção e multiplicar suas vendas, sobretudo com a intromissão em vidas privadas e a dimensão exagerada concedida a notícias escandalosas e policiais.
Jornalismo é também definido como "a técnica de transmissão de informações a um público cujos componentes não são antecipadamente conhecidos". Este particular diferencia o Jornalismo das demais formas de comunicação. Atualmente o termo Jornalismo faz referência a todas as formas de comunicação pública de notícias a seus comentários e as suas interpretações.
Sem dúvida nenhuma, fatos relevantes são notícias que o povo quer ver, mas nem sempre o que as emissoras de TV, rádios, jornais e revistas divulgam, são necessariamente verdades jornalisticamente éticas e incontestáveis. No atual contexto, em que o capitalismo dita as regras da economia, tudo passa a ter seu valor mercadológico, inclusive a notícia. Até aí, tudo bem. Mas notícia como mercadoria pode e deve ser tratada dentro dos princípios da conduta ética e profissional, tendo como objetivo, acima de tudo, oferecer boa qualidade de informação e satisfazer às necessidades de consumo dos leitores com um produto fidedigno.
A conseqüência do monopólio dos meios de comunicação, da pressa inerente ao jornalismo, da briga acirrada e diária pela notícia exclusiva ou da guerra pela audiência é que os jornalistas e seus patrões muitas vezes se afastam da conduta ética e oferecem ao público uma informação de má qualidade. Neste momento em que a lógica do espetáculo e do entretenimento contamina os veículos jornalísticos, em que as megafusões de empresas de comunicação aumentam como nunca o poder da mídia em todo o mundo, há uma significativa perda de valores de cunho ético e jornalístico entre exercício da profissão e dos profissionais envolvidos no contexto.
Parece estarmos vivendo numa "redoma de vidro", em que a ética do jornalista em si por vezes tem de ser deixada para trás, a fim de o jornalista não se ariscar a perder o emprego ou por medo de simplesmente não acatar a "ética" do veículo a que se trabalha. E é justamente nesta "ética" do veículo que se encontram os interesses escusos que geralmente caminham em sentido contrário ao Código de Ética que rege a conduta moral e legal do jornalista.
Portanto, os desvios de interpretação durante uma entrevista e/ou depois na construção deturpada de um texto, podem ter vários motivos: o desejo de autopromoção do repórter em fazer um "furo de reportagem"; a mudança de rumo dos fatos, dando-lhe outros significados e sentidos, a fim de satisfazer a linha editorial do veículo de comunicação - supondo que o que mais interessa é a "ética" do meio de comunicação em questão; e talvez a necessidade de transformar aquela pauta morna em algo mais interessante, que renda quem sabe até uma manchete de primeira página; a montagem tendenciosa na edição, entre outros recursos de manipulação dos fatos.
Embora cada um dos motivos citados seja diferente, todos são desvios de conduta ética jornalística. Isso é algo deprimente para a categoria dos jornalistas que consideram os valores morais e éticos essenciais para o bom desempenho do exercício da profissão e, conseqüentemente, do profissional.